Teste de laboratório mostra que Olibi tem menos de 0,1% de acidez

Teste de laboratório

O azeite extravirgem deve ter entre 0,1% e 0,8% de acidez, segundo regras internacionais. Poucos conseguem ter menos de 0,1%, por isso ficamos muito felizes com o resultado do teste de laboratório que recebemos na última semana – e queremos compartilhar esse atestado de qualidade com vocês.

A amostra enviada para o laboratório de análise de alimentos indica que o produto tem apenas 0,09% de acidez, um percentual ainda mais baixo do que o de 0,1% da exigência internacional. Mas o que isso significa? Qual é o impacto da acidez no azeite?

A acidez está relacionada à quantidade de ácidos graxos presentes a cada 100 gramas de azeite. Quanto menor for esse número, maior será a quantidade de polifenóis presentes no produto. Essa substância antioxidante e antiinflamatória combate os radicais livres e seu efeito de envelhecimento das células, além de outros benefícios para a saúde, como a proteção do coração.

Olibi

 

Um azeite extravirgem com baixo teor de acidez comprova que as azeitonas colhidas possuíam alta qualidade e foram extraídas a frio no mesmo dia da colheita. Este número também é resultado de todo o rigor empregado no processo desde a época do preparo do solo para o plantio, passando pelo zelo com que cuidamos do olival e culminando com a atenção dispensada durante a colheita, extração e envase.

Diferentemente do que muitos acreditam, a acidez não interfere no sabor ou no aroma do azeite, mas evidencia a excelência de todo o processo de produção. É por esse motivo que bons azeites costumam ter acidez mais baixa. E 0,09% é certamente uma grande conquista, fruto da dedicação dos colaboradores da Olibi que cuidam do olival todos os dias e do responsável técnico agrícola, Luiz Eugenio Santana Matos.

Confira o relatório na íntegra:

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